Quantas vezes você viu nos jornais em 2017 e em 2018 a palavra: “Bitcoin”, geralmente acompanhada de um predicado como “em queda livre” ou “trata-se de uma bolha”, ou que “tratou-se do investimento com maior lucratividade de 2016”?
O protocolo do Bitcoin foi criado em 2008 por um programador anônimo que se apresentava como Satoshi Nakamoto.
Na verdade o Bitcoin foi a primeira criptomoeda a atingir grande escalabilidade global, mas antes mesmo dele existir já haviam outras moedas baseadas em criptografia, como o Bitgold, que foi utilizado nos anos 90 e serviu de grande inspiração para as Criptomoedas atuais.
Como bons exemplos de Criptomoedas temos: Ethereum, Monero, Nano, Iota, Bitcoin Cash e muitas outras, atualmente o mercado conta com mais de 1.400 criptomoedas e cerca de 9.000 Exchanges (corretoras).
Assim como nos anos 60 era impossível imaginar-se entrando em um botequim e pagando um café com um cartão, muita gente ainda não se imagina utilizando criptomoedas, realidade que está prestes a mudar. Em pouco tempo você utilizará criptomoedas.
A Nano é a grande aposta dos entusiastas, conta com características como transação imediata e isenta de taxas, enquanto o Bitcoin tem seu custo de uso, as taxas de mineração, que hoje são cerca de R$20,00 por transação.
A OAB de São Caetano do Sul, vislumbrando a necessidade de trazer este assunto ao debate jurídico criou recentemente a Comissão das Criptomoedas no Âmbito Jurídico, a qual terei a honra de presidir.